Mas, na essência, é sobre equilíbrio.
Quando o vinho é mais leve, ele pede pratos mais delicados.
Quando é mais intenso, combina melhor com sabores marcantes.
A ideia não é que um anule o outro.
Mas que ambos se valorizam.
Existe algo interessante: às vezes, a harmonização não precisa ser perfeita para ser específica.
O mais importante é a experiência.
Porque vinho bom com comida boa, no contexto certo,
quase sempre funciona.